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Miss Messy

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Eslovénia - Ljubljana

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A ida à Eslovénia surgiu durante a viagem a Veneza. Decidimos alugar um carro em Itália - eu e o meu mais que tudo - e lá fomos nós descobrir um pouco mais da Europa.

A visita a Ljubljana foi programada completamente às "escuras". Nunca tinha pesquisado nada sobre o país e muito menos sobre a cidade e, por isso, não fazia ideia do que visitar.

 

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Ficamos instalados no Best Western Slon com instalações muito boas e muito perto do centro histórico da cidade.

A cidade é pequena - assim como o país - e é facilmente percorrida a pé. O rio que percorre a cidade divide-a em dois lados. De um lado, a parte mais antiga com acesso ao castelo e do outro a parte mais comercial e política da cidade.

Como não fazia ideia de como era Ljubljana não criei nenhuma expectativa e, talvez por isso, tenha ficado tão surpreendida pela positiva.

 

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O centro histórico parece saído de um conto de fadas, com um canal cheio de pontes, barcos e árvores e com uma Igreja Franciscana cor-de-rosa lindíssima situada na Praça Preseren. Esta parte da cidade está cheia de esplanadas, feirinhas de artesanato e mercado local. O Castelo de Ljubljana fica no cima da colina e é possível admira-lo enquanto se passeia pelo centro histórico. O Castelo não tem muito que ver, é pequenino e sem grande conteúdo no interior no entanto, não deixa de ser agradável visitá-lo, mais que não seja para relaxar nos maravilhosos recantos à volta do Castelo ou para poder admirar a paisagem.

 

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O Dragão é o ícone da cidade. Está presente numa das pontes principais do centro histórico, na bandeira da Eslovénia e pela cidade fora e simboliza a coragem do povo deste país. Existem algumas lenda em torno do Dragão sendo que uma delas conta que a cidade era dominada por um terrível dragão que costumava atirar fogo para aterrorizar os seus habitantes a partir de uma das torres do castelo. Depois de muito tempo de solidão e destruição, o dragão apaixonou-se por uma doce fêmea e deles teria nascido o primeiro dragão artista do mundo, um menino que não fez as vontades do pai. Outra lenda local conta que nas madrugadas o dragão balança o rabo pontiagudo a cada virgem que atravessa a ponte.

 

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A moeda local é o euro e a língua oficial o esloveno, no entanto, praticamente todos os comerciantes falam Inglês correctamente.

Achei os preços da restauração bastante acessíveis. Comi muito bem e por pouco - cheguei a comer uma pizza em forno de lenha para 4 pessoas por 10€.

 

Estive em Ljubljana em Março mas infelizmente, após alguma pesquisa, percebi que Ljubljana é muito mais bonita na Primavera e no Verão quando se enche de flores de todas as cores nos canais.

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Entretanto, não pude deixar de fazer uma visita ao famoso Lago Bled - infelizmente não tenho memórias fotográficas - que não me surpreendeu muito. Pesquisei muito sobre este Lago enquanto estava no hotel e estava muito curiosa para o ver. A imagem do Lago que aparecia em todos os postais da cidade era lindíssima, no entanto, não sei se foi da perspectiva ou da época do ano, mas não achei nada de mais.

 

Estive apenas três dias nesta adorável cidade e foi mais que suficiente para ver tudo.

Depois desta agradável surpresa por terras eslovacas, seguimos para a Croácia...

 

 

 

Veneza

Sempre me considerei mega romântica e como tal, visitar Veneza com o meu mais que tudo sempre esteve na minha lista de sonhos. O ano passado finalmente lá arranjei umas fériazinhas para lá dar um saltinho e posso-vos dizer que adorei a cidade! Toda ela muito romântica, muito característica, muito única; já no que diz respeito ao povo italiano, garanto-vos que me desiludiu bastante. Achei-os muito pouco prestáveis, pouco atenciosos e muitas vezes bastante rudes - principalmente a dar informações. O inglês deles também não era grande coisa e também não fizeram grande esforço para nos entender, enfim, talvez tenha sido falta de sorte, de qualquer forma a pouca simpatia deles não estragou as minhas férias.  

Veneza é uma ilha muito pequena e é facilmente vista em dois dias.

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Durante o dia é bom dar uma voltinha para atravessar as belas pontes que ligam os canais; andar de gôndola (pelo menos  uma vez porque cada viagem são cerca de 120€ no grande canal e 70€ nos canais mais pequenos); namorar muito; beber um café na Praça de São Marco; comer gelados (são divinais); voltar a namorar muito; para quem gosta de museus e igrejas também lá pode dar um saltinho; dar mais umas quantas voltinhas e mais uma vez namorar muito. Na minha opinião, Veneza é a típica cidade que se visita quando se está muito "in love" e se quer aproveitar todos os cantinhos românticos, todas os canais rústicos e todas as esplanadas com música para namorar - tão romântica que até encontrei um casal de noivos na ponte - até porque a cidade durante o dia não tem assim tanto que visitar e a vida nocturna é muito pobrezinha e com pouca vida.

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Estive em Veneza em Fevereiro do ano passado e considerando a altura em que fui tive bastante sorte com o tempo. Não choveu, esteve quase sempre sol, e tendo em conta que não estava calor, os canais não cheiravam a esgoto - quem lá esteve no Verão com muito calor diz que o cheiro se torna insuportável. 

Relativamente ao "onde ficar", os melhores hotéis são caríssimos (como devem imaginar). Esta viagem foi marcada tão em cima da hora que fui sem hotel marcado, sem roteiro para visitar, sem nada. A única coisa que tinha era um bilhete de avião comprado 2 dias antes, roupa e muita aventura e romance à flor da pele! Mal aterramos em Veneza, reservamos através da Booking um hotel de 70€ a noite pertinho da Praça de São Marco. Era um 3 estrelas, nada de muito por aí além mas tendo em conta a localização e os preços do sítio até considerei um bom achado.

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Foram dois dias muito bem passados em Veneza, dois dias de muito amor e muito romance, depois disso, e sem mais nada que ver nesta bela cidade, apanhamos o comboio em Veneza Mestre rumo a Triestre para apanhar um autocarro com destino à Eslovénia...

 

México - Riviera Maya

Já lá vão 3 anos, mas a minha viagem ao México foi aquilo a que chamamos de merecidas férias de descanso! Ao contrário de outras viagens que já fiz onde o "o que conhecer?", "onde comer?" e o ter de apanhar transportes era uma preocupação constante, nesta viagem não aconteceu. Foi totalmente relaxada e em família.
Depois de horas e horas de viagem e de uma escala em Punta Cana, cheguei finalmente a Cancun! Um calor abrasador (era o que se esperava!).

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Fiquei hospedada no Hotel Riu Yucatan na Riviera Maya, um All Inclusive que adorei com um atendimento espectacular, funcionários simpáticos e muito acessíveis, limpo e com imensas actividades de manhã à noite!
As praias da Riviera Maya são lindíssimas! A água é limpa, azul turquesa e morninha...um autêntico caldo.
 
 

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Quem vai ao México tem imenso que visitar. Dentro do vasto leque turístico que este país oferece, aconselho a ida a Chichen Itza onde encontramos as famosas pirâmides; a Tulum; ao Paque Xcaret e a Isla Mujeres.
Porém fica o alerta: tenham especial cuidado quanto aos pacotes turísticos que vos são vendidos e desconfiem sempre ainda que os mesmos sejam vendidos no Hotel! Pois é, no meio de todo este paraíso tive uma surpresa bastante desagradável. No Hotel venderam-me um pacote de dia inteiro para visitar Isla Mujeres que incluía praias lindíssimas, museus subaquáticos, uma viagem de barco com comida e bebida incluída e entrada no Dolphin Discovery. Muito atractivo e igualmente dispendioso mas certamente que valeria a pena...ERRADO! A praia para onde nos levaram era péssima, não havia qualquer museu subaquático e a comida a bordo era horrível! Ainda tentamos reclamar o nosso dinheiro mas nunca mais voltamos a ver o vigarista que nos vendeu o pacote e no hotel não sabiam nada dele. A verdade é que esta pequena ilha é de facto bonita pois pesquisei sobre Isla Mujeres e entretanto falei com outros hóspedes (que não foram enganados) e realmente tem uma parte lindíssima que vale a pena visitar...talvez numa próxima tenha mais sorte!
 

 

 

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 Uma das coisas que vale muito a pena fazer no México é Snorkeling! Uma das Tours que fiz perto de Cancún incluía um passeio de barco para podermos fazer Snorkeling e ver a beleza da vida marinha daquele país! Foi inesquecível! Vi corais lindíssimos, peixes de todas a cores, conchas de todas as formas e feitios...recomendo vivamente a experiência!
 



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A cidade de Cancun está cheia de Hoteis, bares e discotecas! Recomendo a quem gosta de diversão e quer passar um bom bocado a passar pelo famoso Coco Bongo - caro mas cheio de espectáculo e animação!

Os restantes dias que aqui estive foram para desfrutar das belas praias e do merecido descanso antes do regresso à rotina portuguesa. 
Trouxe imensos "recuerdos" deste país fantástico e não me esqueci do meu maninho de quatro patas!
 
 

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 O México é um país impressionante que concilia a sua extraordinária beleza natural ao seu passado Maya e à simpatia do seu povo e que nos faz sentir no paraíso. Ficaram as recordações, as saudades e uma imensa vontade de voltar um dia...quem sabe!

 
 

Malásia - Kuala Lumpur

Malásia...um dos meus sonhos que se tornou realidade! Não imaginam a vontade que tinha de conhecer este país! Foi uma experiência única e inesquecível! A viagem à Malásia surgiu depois de visitar Singapura (uma cidade admirável!). Pesquisei voos através da Air Asia que não eram muito dispendiosos (70€ ida e volta) mas que me limitavam em termos de horário, pois eram sempre muito cedo; havia ainda a opção do comboio (45€ mais ou menos ida e volta) que demorava cerca de 8 horas a chegar a Kuala Lumpur; no entanto, optei pelo autocarro (30€ ida e volta) que demorou cerca de 6 horas a chegar ao destino. Foi uma viagem bastante cómoda, o autocarro tinha ar condicionado, assentos confortáveis que nos permitiam pôr os bancos em modo "espreguiçadeira" e dormir um pouco. A primeira impressão que tive assim que saí de Singapura e parei na primeira área de serviço da Malásia foi assustadora! Primeiro entrei dentro de uma casinha que pensei ser a casa de banho e que afinal era uma sala onde estavam imensas mulheres descalças a rezar juntas...ficaram chocadas a olhar para mim por lhes ter perturbado a reza! Quando finalmente encontrei o WC, deparei-me com buracos no chão (onde faríamos as nossas necessidades) e um pequeno chuveiro para nos lavarmos depois (sim, naquela casa de banho não se dá uso ao papel higiénico!)...ainda bem que ando sempre com lenços na mala! Bem, posto isto, meti-me a caminho e lá cheguei a Kuala Lumpur. UAU! Foi o que pensei assim que vi as Petronas todas iluminadas pelas imensas luzes dos seus escritórios! Lindíssimas sem dúvida! Assim que o autocarro chegou, apanhei um táxi que me custou uns 3€ até ao meu hotel. O hotel onde fiquei era fantástico! Não muito caro e bastante acessível a todos os pontos da cidade! Ficava numa das principais ruas de bares da cidade.

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Uma primeira impressão que tive relativamente aos Malaios: muito simpáticos! Sempre bem dispostos e disponíveis! Não senti qualquer medo de estar sozinha na Malásia, achei a cidade segura, não tão limpa como a vizinha Singapura mas ainda assim, mais limpa que muitas das principais cidades Europeias! A comida era divinal, podia comer muito por um preço bastante acessível!

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A Chinatown da Malásia foi um delírio, cheia de réplicas de relógios, malas, óculos e afins de grandes marcas, aquilo a que realmente se pode chamar de autêntica loucura ao preço da china!

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A Malásia tem uma cultura tendencialmente muçulmana e, por esse mesmo motivo, podemos ver muitas mulheres e crianças completamente tapadas dos pés até à ponta dos cabelos, no entanto, ao contrário de muitos países muçulmanos, estas mulheres trabalham e muitas delas têm a sua independência.
A cidade de Kuala Lumpur é completamente capitalizada! A cidade é o que se espera de uma grande metrópole asiática: moderna, com prédios enormes e luzes para todos os lados. As Petronas Towers são sem dúvida o cartão de visita de KL -como é chamada pelos Malaios-. São enormes e lindas, principalmente à noite! Infelizmente os meus dias em KL foram curtos por isso aproveitei para conhecer o centro da cidade,Merdeka Square, Litlle India, Chinatown, National Museum e para desfrutar de umas fantásticas massagens ao preço da chuva! Há muito mais para ver e visitar na Malásia. Fiquei triste por não ter tido oportunidade de visitar Batu Caves nem de ter tido o privilégio de desfrutar das belas praias malaias mas tenho a certeza de que regressarei um dia para terminar a minha viagem.
 

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No final do dia aconselho a dar uma volta por Bintang Walk, a região de entretenimento da cidade com vários bares, restaurantes, lojas...Um bom lugar para terminar a maratona por Kuala Lumpur: vendo todas as luzes que a cidade pode oferecer!

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Singapura

Decidi partilhar convosco um pouco de uma das cidades mais espectaculares que já conheci: Singapura. Foi uma surpresa para mim! O país mais limpo e organizado que já conheci! Cheio de regras e punições para tudo, até para quem come pastilha elástica -sim a pastilha elástica é proibida em Singapura - ! É uma cidade-estado imensamente desenvolvida, com uma vasta rede de transportes para todo o lado, por isso é muito fácil chegar a qualquer lugar - verdade seja dita que também é um país pequeno -. Eu achei Singapura lindíssima, tanto de dia como de noite! É um país asiático completamente ocidentalizado e por isso encontramos várias culturas num território tão pequeno. Pessoalmente achei Singapura caríssima, principalmente os supermercados! Imaginem que uma caixa de cereais custava cerca de 6SGD, talvez na altura o equivalente a 10€ e comer um prato de comida num shopping custava 6SGD -precisamente o mesmo! - por isso mais valia ir comer fora...

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Eu adorei Singapura, talvez porque foi lá que vivi uma das melhores experiências da minha vida! Viajei completamente sozinha, foi uma aventura para mim! Confesso que no início estava muito receosa pois pensava que me iria sentir muito sozinha e deslocada por ir para uma cultura tão diferente durante mais de um mês...bom na verdade nunca me senti sozinha! Conheci pessoas espectaculares, fiz amigos para a vida de todas as partes do mundo e trouxe comigo uma bagagem cheia de boas recordações!

Singapura tem muito que conhecer, desde Gardens Bay; Little India; Chinatown; Estudios Warner Bros; Botanic Gardens; Singapore Flyer; Ilha de Sentosa;  entre muitos outros locais. 

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A ilha de Sentosa era o meu escape para apanhar um belos banhos de sol! A ilha tem 2 praias: Siloso Beach e Palawan Beach.

Siloso Beach é uma praia cheia de bares, gente jovem, boa música sempre a tocar e com muito boa vibe! Por outro lado Palawan Beach é uma praia mais calma, com uma ponte que faz travessia a uma outra pequena ilha, muito bonita! Não vos posso dizer que estas praias são as típicas praias paradisíacas asiáticas porque não são. A água não é azul turquesa como na Tailândia até porque, as praias de  Sentosa, não são praias naturais mas sim praias criadas pelo homem. A palavra Sentosa deriva do Malaio e significa paz e tranquilidade e é isso mesmo que aqui podemos encontrar nesta ilha a 5 minutos das imensas luzes e da grande imensidão de gente que tem a cidade, no entanto, há muito mais na ilha de Sentosa, é nesta ilha que encontramos os famosos Estudios Warner Bros; um dos Casinos da cidade; alguns hotéis; bares; imensos restaurantes e divertimentos. 

 

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Relativamente à vida nocturna, Singapura superou as minhas expectativas! Para além de ser imensamente seguro andar a qualquer hora da noite pela cidade, as discotecas e bares são magníficos!
A zona de Boat Quay e Clarke Quay é fantástica para se passar uma boa noite com amigos; a ilha de Sentosa também tem algumas discotecas e bares à noite, mas devo confessar que entre imensas discotecas e bares a que fui, a que eu realmente adorei foi a famosa Ku De Ta no famoso Hotel Marina Bay Sands...que vista! O espaço não é muito grande, mas estar no último andar (57º) com uma vista panorâmica sobre a beleza nocturna desta cidade é algo do outro mundo.
Foi também em Singapura que provei o melhor cocktail de sempre, o famoso Singapore Sling! Ainda estou a tentar saber a receita (a correcta) para matar o meu desejo desta bebida! Um aspecto que achei muito curioso em Singapura foi o preço da bebida. O imposto sobre o alcoól neste país é extremamente elevado e por esse motivo as bebidas alcoólicas são muito caras  por isso talvez não seja o melhor país para se beber uns bons canecos! Outra iguaria tradicional a que me rendi foi ao Chilli Crab! É um género de Sapateira gigante com um molho mega picante e delicioso como cobertura!
 

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 Pelo que percebi, Singapura é um dos maiores pontos de partida para quem quer viajar pelo Mundo. A sua localização geográfica, instalações turísticas, idioma (Inglês) e a possibilidade de viajar em companhias aéreas baratíssimas que ali fazem escala todos os dias, faz de Singapura um dos pontos de partida de muitos turistas. Uma das razões que torna Singapura tão interessante é a sua grande diversidade cultural e religiosa. É possível encontrar pelo menos 3 culturas e religiões diferentes como Chineses, Malaios e Indianos. Confesso que esta diversidade foi o que mais me encantou neste país! É engraçado como um único país e tão pequeno por sinal, consegue conciliar o tradicional com o moderno, uma vez que Singapura é um dos menores e mais desenvolvidos países do mundo.
Estive em Sinapura entre Fevereiro e Março e o tempo estava sensacional - calor de mais até -. O calor era seco e andar na rua era quase um sufoco! De facto só se estava bem dentro de cafés, Shoppings e no MRT (o metro deles). Durante um mês e tal só apanhei um dia de chuva e apenas por uma hora.
 
Não é por acaso que Singapura já foi referida muitas vezes como a Ásia dos principiantes e é fácil entender porquê, a língua oficial é o Inglês, a rede de transportes é óptima, é tudo muito organizado, a cidade é  bastante segura e os grandes edifícios lembram as grandes metrópoles ocidentais...enfim, tão perfeita que a única desvantagem é parecer quase artificial!
 

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